terça-feira, 7 de abril de 2009

Fim...


Sinto o frio do fim, angustiosa vida leva-te junto ao vento do esquecimento, contemplo o enegrecer do dia, vejo e sinto de sua presença uma vaga aparição, o coração frêmito enquanto balbucio palavras sem sentido. O contemplar destes pensamentos longe dos ideais,torna-me entrefechada , deleito-me sobre o acalento dos "desamados", enquanto sinto-me aliviada por não abrir-me, despejar-me dos meus tolos sonhos a dois.
O quotidiano vazio faz parte de uma vida renunciada pelo medo, medo da felicidade almejada e não obtida, a mascara desde então machucam esta face, alegra-me apenas saber que estás à procura de algo que não tem incluído o peso do passado. Está-se feliz alegro-me então por ti, vejo seus olhos pendidos, acho que já estão longe, ao falar-lhe sinto sua distância. Vá.Voe para longe de seu passado sem sentido, siga em busca de seu eu encontrado e não ao eu desprezível e sem final, sonhe, enquanto sonho seus sonhos,contemplo suas vitórias e sorrio tristemente,prometo-me não deleitar-te em letras escritas e extinguir o sentimento para que sigas, hoje cessam todas as palavras sobre esta música, somente contemplarei de longe a formosura do inatingível, olhos, mãos,face,corpo,alma, não se importe com o forma que o olhar, puro querer vindo da alma, sentimento guardado em lugar restrito, ninguém sabe de certo se está ou não aqui, vivo ou morto, vivíssimo,tenho certeza que não sairá,porém não há de ser citado em vida ou em textos.
Sentimentos.................. se apagarão da escrita, da demonstração em atos, enterrou-se vivo, porém dos olhos será difícil retirar sabes bem as expressões desta disfarçada face.

2 comentários:

iilógico disse...

volto depois, para ler na calma.
bj
marcos

iilógico disse...

não!!! eu volto várias vezes. ia destacar um pedaço que gostei...